Manifesto Transpofágico

Renata Carvalho

drama

romance

tragédia

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Sinopse

Manifesto Transpofágico é a transpofagia, da transpologia de uma transpóloga. “Hoje eu resolvi vestir-me com a minha própria pele. O meu corpo travesti” Renata “veste se” com seu próprio corpo para narrar a historicidade da sua corporeidade. “O meu corpo veio antes de mim, sem eu pedir. Ele é mais velho do que eu”. Renata alimenta-se da sua “transcestralidade”. Come-a, digere-a. Uma transpofagia. “Da minha história ou minhas histórias ou nossas histórias, a maioria são iguais”. Renata narra a construção social e imagética do corpo transgénero, a sexualização, os estereótipos, a transfobia estrutural, a criminalização, o encarceramento em massa, a violência, a patologização que permeia esses corpos, como o dela. A vivência Travesti. Convida-nos a olhar, a observar, a ver o seu corpo Travesti. Traz-nos o seu corpo em primeira pessoa. O Corpo Travesti como um experimento, uma cobaia. É uma Travaturgia, uma escrevivência. Um manifesto de um Corpo Travesti. Letreiro pisca TRAVESTI. TRAVESTI. TRAVESTI. - Renata Carvalho

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Ficha Artística

Dramaturgia e interpretação: Renata Carvalho 

Dirigido por: Luiz Fernando Marques (Lubi) 

Iluminação: Wagner Antônio 

Vídeo e projecção: Cecília Lucchesi 

Director: Ciro Schu 

Produção: Corpo Rastreado 

Coprodução: Festival Risco, MITsp, Corpo Rastreado

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